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domingo, 8 de janeiro de 2017

aprender livremente

Tendo em vista que minha rede de pensamentos tem se...
modificado
                     Será que
Chão de terra
e vida num país
e dança e sons
politônicos
movimento

O que que serve como densificador de redes de pensamento...

acho que deve ser aprender livremente
livre



sábado, 24 de dezembro de 2016

Kélé Mandi

".. Lorsque deux êtres se rencontrent
Chacun apporte à l'autre un peu de ce qu'il est
Ainsi nous apprenons,
nous nous construisons, et nous évoluons

Je t'apporte ce en quoi je suis différent
Donne-moi un peu de ce que tu es
Dans la paix et la tolérance

Car de ce que tu m'imposeras
Je ne retiendrai que ta violence,
 et ton arrogance


On ne peut exiger de l'autre
Qu'il accepte ce qu'on lui offre
En recevant ce que donne l'autre
On l'ouvre à ce que l'on pourrait lui apporter."

Da música da Rokia Traore, DESCOBRIR quem é o autor!

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

No Rio. Aqui. Ferve
Crise Crise Crise
[palavras jogadas em todos os ângulos]

Segundo ele*, a redução de recursos, e até possíveis fechamentos de secretarias que lidavam com questões sociais, poderiam gerar um aumento de trabalhos informais, podendo gerar ainda mais a sensação de insegurança, mesmo que injustificadamente. “Pode haver um clamor popular por ações repressivas. Mais gente vai estar disponível para trabalhos informais. Consequentemente, mais trabalhadores informais podem levar a população a demandar mais policiamento por causa da sensação de insegurança. Aí você tem uma polícia desmobilizada, com salários atrasados, sem efetivo para lidar com tudo isso… Um círculo vicioso.”

*O professor do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF)

Trabalhos informais gerarem insegurança so mostra como o Brasil é doido.
seria legal se perguntar o que sao esses trabalhos informais... sao... geralmente... os camelôs?

.
Esses trabalhadores tem o potencial de movimentar a economia, ja o fazem.

Marrakesh vive ainda hoje com seus vendedores informais.

Ta errada essa parada. O que se deve fazer é trabalhar com eles é a emancipaçao pra que ele veja enfim sua importância. Depois disso, vamos estar falando mesmo de camelô vendendo artesanato e alimento agroecologico na rua

De volta

De volta
Outro.

... continua

domingo, 24 de abril de 2016

O blues do bebê-diabo

Nasce o diabo em São Paulo! (NP/11 de maio de 1975)Durante um parto incrivelmente fantástico e cheio de mistérios, correria e pânico por parte de enfermeiros e médicos, uma senhora deu a luz num hospital de São Bernardo do Campo, a uma estranha criatura, com aparência sobre-natural, que tem todas as características do Diabo, em carne e osso. O bebêzinho, que já nasceu falando e ameaçou sua mãe de morte, tem o corpo totalmente cheio de pelos, dois chifres pontiagudos na cabeça e um rabo de aproximadamente cinco centimetros, além do olhar feroz, que causa medo e arrepios.


anedota jornalistica! Mas bebês diabo nascem todos os dias nos nossos oligárquicos jornais

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Volta ao mundo

O que realmente importa? o hemisfério de dentro, ou o externo? Atravesso a linha do Equador assustado. O pensamento irradia do homem?me indagam. Não basta a palavra enchê-lo
Um balão inflado de pensamentos.
Assumo no momento uma postura.[ Não sei o que é real]
Uma foto do espaço-tempo me comove. Me entusiasmo com o homem, vislumbro o natural. Balão que eu navego pelas possibilidades.
a terra , se tropeço ainda caio nela. mas um vento me expurgou deste território, escapo da ação da gravidade. Percebo que não conheço as leis do universo.
Pixinguinha, para ele não existem canônes universais. A melodia de sua música passa por mim, ao mesmo tempo em que as vibrações no ar fazem fluir vida.
No continente, uma nova paisagem, atravesso sentimentos de excitação e o deserto do tédio.
A marcha do Carnaval segue flutuando no ar, festa de cores, os metais anunciam a chegado do rancho, casais de namorados cantam junto a canção.
O corpo existe lá fora. Desenrosco minha cabeça do pescoço que a prende.não há espaço no meio virtual sufoco-me.
Liberto-me enfim. ainda bem. Corro para o balão e juntos voamos. Nós dois, uma coisa só. O caminho é um túnel de cores e sensações

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Eu sei, mas sou idiota.
O mundo, se é realidade ou ficção não sei ou se a minha fantasia é também criação que nem o mar e o sal pode ser.
Mais à frente, mais problemas. Dúvidas e seus sinônimos.
Homem animal, por que a civilização não é natural como os formigueiros?


New York. George Bellows, 1911

[ Homo sapiens - Homo Demens - texto de Edgar Morin ]

Trata-se de um ser de uma afetividade imensa e instável,
Que sorri, ri, chora;
Um ser ansioso e angustiado;
Um ser gozador, embriagado, estático, violento, furioso, amante;
Um ser invadido pelo imaginário;
Um ser que conhece a morte e não pode acreditar nela;
Um ser que segrega o mito e a magia;
Um ser possuído pelos espíritos e pelos deuses;
Um ser que se alimenta de ilusões e de quimeras;
Um ser subjetivo cujas relações com o mundo objetivo são sempre incertas;
Um ser submetido ao erro, ao devaneio;
Um ser híbrido que produz a desordem.
E como chamamos loucura à conjunção da ilusão, do desconhecimento,
da instabilidade,
da incerteza entre o real e o imaginário,
da confusão entre o subjetivo e o objetivo,
do erro, da desordem,
somos obrigados a ver o Homo Sapiens
como Homo Demens.